
DESENVOLVIMENTO E FUNÇÃO DOS MÚSCULOS DA MANDÍBULA: Os músculos da mandíbula, ou músculos da mastigação, são um grupo de músculos associados aos movimentos da mandíbula (articulação temporomandibular), especificamente, com a capacidade de abrir e fechar a boca, morder e mastigar alimentos. O músculo masseter é o principal músculo da mastigação. Ele cobre as laterais da mandíbula, logo atrás das bochechas. É o principal músculo que permite apertar a mandíbula e ranger os dentes; também é usado para controlar o movimento da mandíbula durante a fala. Os músculos da mandíbula consistem em músculos estriados, originam-se do novo mesoderma e são controlados pela medula cerebral e pelo córtex motor.

NÍVEL CEREBRAL: Os músculos da mandíbula possuem dois centros de controle no cérebro. A função trófica dos músculos, responsável pela nutrição do tecido, é controlada pela medula cerebral; o movimento dos músculos da mandíbula é controlado pelo córtex motor (parte do córtex cerebral). Os músculos da mandíbula direita são controlados pelo lado esquerdo do cérebro; os músculos da mandíbula esquerda são controlados pelo hemisfério cerebral direito. Portanto, há uma correlação cruzada entre o cérebro e o órgão (veja o diagrama GNM mostrando o homúnculo motor).
CONFLITO BIOLÓGICO: O conflito biológico ligado aos músculos da mandíbula é um conflito de autodepreciação por não poder ou não ter permissão para “morder” um oponente (um competidor, colega, colega de classe, professor, familiar, parente, vizinho) ou para “abocanhar” algo que se deseja (veja também conflito de mordida relacionado à dentina e ao esmalte) ou, figurativamente, não poder ou não ter permissão para dizer algo ou se expressar. O conflito também pode ser vivenciado em termos reais, como “não conseguir abrir a boca o suficiente ou ‘corretamente'” (por exemplo, durante um procedimento odontológico) ou “não querer abrir a boca”. É um tipo de conflito motor localizado (“não conseguir mover o maxilar”).
FASE DE CONFLITO ATIVO: perda celular (necrose) do tecido muscular da mandíbula (controlada pela medula cerebral) e, proporcionalmente ao grau de atividade do conflito, paralisia crescente dos músculos da mandíbula (controlada pelo córtex motor), afetando a capacidade de movimentação da mandíbula (denominada DTM – Disfunção da Articulação Temporomandibular). Dificuldades para abrir ou fechar a boca, chamadas de trismo, também estão associadas à articulação temporomandibular (ATM).
NOTA: O fato de os músculos da mandíbula do lado direito ou esquerdo serem afetados depende da destreza manual da pessoa e se o conflito está relacionado à mãe/filho ou ao parceiro.
NOTA: Os músculos estriados pertencem ao grupo de órgãos que respondem ao conflito relacionado com perda funcional (veja também Programas Biológicos Especiais das células das ilhotas do pâncreas (células das ilhotas alfa e células das ilhotas beta), ouvido interno (cóclea e órgão vestibular), nervos olfatórios, retina e corpo vítreo dos olhos) ou hiperfunção (periósteo e tálamo).
FASE DE CICATRIZAÇÃO: Na fase de cicatrização, os músculos da mandíbula são reconstruídos; a paralisia atinge o LCP-A. A Crise Epileptoide se manifesta como espasmos dos músculos da mandíbula. Bruxismo, ranger excessivo dos dentes e/ou apertamento da mandíbula, geralmente ocorre durante o sono. Após a Epicrise, no LCP-B, a função dos músculos da mandíbula retorna ao normal.