
DESENVOLVIMENTO E FUNÇÃO DOS DUCTOS PERIANAIS: Os ductos perianais transportam o fluido produzido nas glândulas anais para o reto, auxiliando na defecação. As glândulas estão localizadas em ambos os lados do ânus, entre os esfíncteres anais interno e externo. Em mamíferos, essas glândulas são chamadas de “glândulas de odor” porque permitem aos animais marcar seu território (além de fezes e urina) e identificar membros dentro de uma espécie. O revestimento dos ductos perianais é constituído por epitélio escamoso, origina-se do ectoderma e, portanto, é controlado pelo córtex cerebral.

NÍVEL CEREBRAL: O revestimento epitelial dos ductos perianais é controlado pelo lado direito do córtex sensorial pré-motor.
O centro de controle dos ductos perianais está posicionado exatamente em frente ao relé cerebral que controla os ductos tireoidianos direitos. Eis o porquê: Originalmente, antes da ruptura do esôfago, a tireoide era uma glândula exócrina que liberava tiroxina em ambas as seções do intestino. Os ductos tireoidianos direitos (controlados pelo lado esquerdo do cérebro) excretavam na seção de entrada (hoje boca e faringe, esôfago, estômago e duodeno, intestino delgado) para auxiliar na digestão dos alimentos; os ductos tireoidianos esquerdos (controlados pelo lado direito do cérebro) excretavam na seção de saída (hoje reto) para acelerar a eliminação das fezes. No entanto, quando o esôfago se rompia, partes dos ductos tireoidianos esquerdos permaneciam no reto. Esses resíduos são os ductos perianais atuais. A proximidade dos centros de controle cerebral dos ductos perianais e dos ductos tireoidianos representa a ruptura do esôfago no nível cerebral.
CONFLITO BIOLÓGICO: O conflito biológico ligado aos ductos perianais é “não conseguir eliminar fezes com rapidez suficiente”. Tal “conflito fecal” pode ser vivenciado em termos reais (constipação intestinal) ou em um sentido transposto, desencadeado, por exemplo, por uma situação “de merda” em que a pessoa não consegue “evacuar” com rapidez suficiente (compare com o conflito fecal relacionado à submucosa sigmoide/reto e aos músculos sigmoide/retais).

O Programa Biológico Especial dos ductos perianais segue o PADRÃO DE SENSIBILIDADE DA PELE EXTERNA, com hipossensibilidade durante a fase ativa do conflito e a Crise Epileptoide e hipersensibilidade na fase de cicatrização.
FASE ATIVA DO CONFLITO: ulceração no revestimento dos ductos perianais proporcional ao grau e à duração da atividade do conflito. O objetivo biológico da perda celular é alargar o lúmen para facilitar uma defecação mais rápida.
FASE DE CICATRIZAÇÃO: Durante a primeira parte da fase de cicatrização (LCP-A), a perda tecidual é reposta pela proliferação celular. O edema (acúmulo de líquido) cria um cisto perianal. Se não houver recidivas do conflito, o cisto regride durante a fase de cicatrização. Um abscesso perianal se desenvolve quando bactérias auxiliam no processo de cicatrização.
Com uma cicatrização pendente, um abscesso perianal crônico ou a pressão contínua de um cisto podem formar uma fístula perianal, uma abertura (túnel) entre o canal anal e a pele próxima ao ânus (veja também fístula tireoidiana). Isso geralmente ocorre quando grandes quantidades de água são retidas no cisto devido à SÍNDROME ou como resultado de recidivas de conflitos que prolongam o processo de cicatrização.