Limites do facilitador O facilitador precisa saber reconhecer seus próprios limites, tanto em termos de conhecimento quanto de envolvimento emocional. Não é papel do facilitador resolver todos os problemas do constelado, mas sim guiar o processo com neutralidade e cuidado.

Autolimitação: O facilitador reconhece quando é necessário encaminhar o constelado para outros profissionais (psicólogos, médicos, etc.), caso o processo revele questões que ultrapassem a esfera do trabalho sistêmico.

Não interferir diretamente nas decisões pessoais: O facilitador não deve influenciar diretamente as escolhas de vida do constelado, mas apenas auxiliar na revelação das dinâmicas sistêmicas. Ética no processo A ética no trabalho de constelações é fundamental para garantir que o processo seja respeitoso e beneficie o constelado de maneira profunda, sem causar dano.

Algumas práticas éticas essenciais incluem:
 Confidencialidade:
 Todas as informações e dinâmicas reveladas durante a constelação devem ser mantidas em sigilo.

Consentimento informado: O constelado deve estar ciente de como funciona a constelação e deve consentir com o processo.

Respeitar o tempo de cada participante: O facilitador deve respeitar o ritmo individual do constelado, sem forçar insights ou resoluções antes do tempo.

Exemplo de situação ética: Se um constelado revelar um segredo familiar profundo que envolve outro membro da família, o facilitador deve lidar com essa informação de maneira ética, garantindo que o constelado entenda a importância da confidencialidade e como abordar a situação de forma respeitosa.