Carcinógenos são, por definição, agentes “causadores de câncer”. A alegação de que certos produtos químicos ou toxinas em nossos alimentos, em nosso ambiente, em cosméticos, ou em produtos de higiene pessoal e de consumo causam câncer baseia-se em suposições puras ou é deduzida de “testes de carcinógenos” em animais vivos.
À luz das descobertas do Dr. Hamer, os testes em animais nunca podem ser cientificamente válidos, pois os animais respondem a “choques de conflito” com Programas Biológicos Especiais (PEE), ou seja, com mudanças fisiológicas significativas (“doenças”), assim como nós, humanos. Portanto, qualquer condição laboratorial que cause em um animal um “conflito de medo da morte” resultará em câncer de pulmão, assim como um “conflito de existência” causará câncer de rim, e assim por diante. Afirmar que um determinado produto químico ou toxina é a causa de um câncer específico é uma ciência ruim, pois ignora o cenário do experimento, a percepção do animal e, acima de tudo, que os animais têm sentimentos e são capazes de sofrer tanto quanto todos os outros seres vivos.
“…usando diferentes tipos de animais em diferentes protocolos, os pesquisadores podem encontrar evidências que apoiam praticamente qualquer teoria. Por exemplo, pesquisadores usaram experimentos com animais para demonstrar que fumar cigarros causa e não causa câncer.”
Barnard, Neal D., Kaufman, Stephen R., “Animal Research Is Wasteful And Misleading”,
Scientific American, fev. 1997, vol. 276/2


Durante o experimento, os animais indefesos podem sofrer uma série de conflitos biológicos: “conflitos de ataque”, “conflitos de medo da morte”, “conflitos de existência”, “conflitos territoriais”, “conflitos de abandono”, “conflitos de autodepreciação” e assim por diante — TODOS causando CÂNCER!
“Não há absolutamente nenhuma prova de que substâncias ‘cancerígenas’ tenham um efeito direto em um órgão — sem antes passarem pela psique e pelo cérebro.” Ryke Geerd Hamer
Hans Ruesch: Massacre dos Inocentes, 1983