Gatilhos
No momento do conflito, o subconsciente armazena normalmente as circunstâncias associadas ao choque traumático. Estas circunstâncias associadas são armazenadas na base de dados do subconsciente na rubrica “sinais de alarme” e são acedidas quando seja necessário. Todas as impressões sensoriais que se evidenciem durante o conflito podem ser consideradas circunstâncias associadas: determinados pólenes (por ex. pólen de bétula) ou esporos de fungos no ar, determinados odores (por ex. perfume), vento, corrente de ar, frio, calor, pó, determinados géneros musicais (por ex. jazz) ou música em geral, determinados tipos de ruído (por ex. buzinas de carro) ou um ruído qualquer, determinadas vozes (por ex., voz masculina alta) ou determinadas cores. Especialmente os alimentos que se consomem durante o conflito podem converter-se em gatilhos, mas também sensações corporais como a fome, a sede, estômago cheio, pés frios ou o cabelo molhado. Logo que, num momento posterior da vida, uma impressão sensorial corresponda a um “sinal de alarme” da base de dados do subconsciente, o cérebro reage: “Atenção Conflito XY! – Iniciar o Programa Especial de imediato!” > Através dos gatilhos do conflito, o subconsciente “recordase” do conflito original e inicia o SBS. “Colecionamos” a maioria dos conflitos desde a conceção até à adolescência. Expressando-os de forma positiva, estes primeiros conflitos moldam o nosso ser e o nosso caráter. Por ex., os nossos primeiros contactos com a água determinam para o resto da nossa vida, se nos sentimos bem dentro dela ou se a evitamos. Se vivenciamos um conflito qualquer dentro ou com a água, então a água será, a partir daí, um gatilho para este determinado conflito.